Greve continua, mas porto de Salvador recebe navios

   
 

Apesar da manutenção da greve dos trabalhadores portuários, que entra hoje no seu quinto dia, o trabalho nos portos ontem foi tranquilo. Não havia fila de caminhões e no porto de Salvador dois navios atracaram sem problemas. Sem acordo entre a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) e o Sindicato Unificado dos Portuários do Estado da Bahia (Suport) – o impasse continua sendo o reajuste salarial de 10,75% e a jornada de trabalho dos guardas, que seria reduzida em quatro horas - a previsão é de que a paralisação permaneça até o dia 13 de agosto, data da audiência de julgamento no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Dos 288 trabalhadores que entraram em greve, 50% retornou ao trabalho no início da semana mediante liminar judicial. Além disso, o funcionamento do porto, que não depende só dos funcionários da Codeba, permanece normal, já que as empresas fixadas no local continuam operacionalizando normalmente. Ontem pela manhã o sindicato se reuniu com trabalhadores na frente da Codeba, no Comércio, para reavaliar a greve e decidiram manter a paralisação.

Na quarta-feira o MPT mediou um acordo entre as partes para suspensão da greve. Conduzida pelo procurador Marcelo Brandão de Morais Cunha, na mediação, que também contou com representantes de sindicatos dos portuários de Ilhéus e Candeias, ficou definido a prorrogação do prazo de negociações para 15 dias sobre a jornada de 12 horas (6h + 6h extras).

No entendimento do MPT, a atual jornada é ilegal, tanto que a limitação já consta na proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) apresentado à Codeba, mas os trabalhadores alegam que a situação existe desde 2002. A Codeba já havia atendido a maioria dos 40 itens reivindicados pelos trabalhadores, a exemplo do reajuste salarial de 10,75%, mas o impasse da greve estava relacionado à decisão da Companhia em reduzir a jornada extra de trabalho dos portuários de seis para duas horas. Desde 2002, a categoria trabalha em plantões de 12 horas, sendo seis horas normais e seis horas extras. “Com essa determinação a jornada diminui para oito horas diárias, o que representa uma perda salarial em mais de 30%. Para não ficarmos reféns dessa nova escala que eles querem impor precisamos de um salário-base melhor. Com essa redução das horas extras as gratificações adicionais vão diminuir bastante”, reclamou o presidente do Suport, Ulisses Júnior.

Fonte: Jornal Tribuna da Bahia

 
   

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